sábado, 13 de fevereiro de 2010

DI NAO AO ATO MÉDICO

Prezados Jornalistas

Os Conselhos da Saúde do Estado de São Paulo vão realizar a VIRADA

DA SAÚDE, em defesa da empregabilidade e respeito às profissões da saúde. Será

um evento cultural no Parque do Ibirapuera, dia 27 de fevereiro de 2010, a partir das

14h, com a presença de artistas e convidados.

O objetivo desse evento é defender a dignidade e a autonomia das profissões

da saúde, manifestando contra o PL nº 7.703/2006 (ATO MÉDICO) e ensinando a

população a exercer a cidadania.

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medicamentos. Apesar dessa extensa cobertura, temos 50 milhões de doentes crônicos

e ainda vivemos uma década a menos do que deveríamos, resultados inaceitáveis para

uma gestão pública.

Para resolvermos os graves problemas de saúde da população, é necessário

que o Estado contrate e coloque as virtudes desses profissionais (biomédicos,

enfermeiros, dentistas, farmacêuticos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, médicos,

nutricionistas, profissionais da educação física, psicólogos, técnicos em radiologia e

terapeutas ocupacionais) a serviço da vida. O Estado também precisa remunerar

dignamente os serviços dos profissionais da saúde. Fazendo isso, poderemos

conquistar a vida estendida com saúde e bem-estar, além de reduzir os custos com

doença.

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instalação das principais doenças e disfunções e ajudar a população a conquistar uma

vida estendida, produtiva e com qualidade e bem estar.

Na contramão da história, a Câmara dos Deputados aprovou recentemente o

Projeto de lei nº 7.703/2006 a pedido do Conselho Federal de Medicina, dando a 340

mil médicos a exclusividade de exercer atos privativos de 3 milhões de profissionais

da saúde. Querem a exclusividade de decidir o que é bom para a sociedade, mas

esquecem de dizer que as consultas médicas duram em média 5 minutos. Tampouco

mencionam que os médicos sozinhos precisariam estudar no mínimo mais 50 anos

para adquirir as habilidades e competências dos profissionais da saúde. Ao reivindicar

a exclusividade do exercício de atos privativos para os quais os médicos não possuem

treinamento, o Conselho Federal de Medicina coloca em risco a saúde da população e

engessa o desenvolvimento das profissões da saúde.

A sociedade precisa de profissões da saúde fortes e autônomas. Para tanto, o

Congresso Nacional, ao estabelecer os atos privativos dos médicos, dever optar por

uma lei genérica, que não venha a cercear o crescimento e desenvolvimento das

profissões da saúde. Agindo assim, o Congresso irá fazer com que a meritocracia, a

paz e a harmonia prevaleçam nos serviços de saúde. A vida da população, que clama

por saúde, agradece.
 
http://www.atomediconao.com.br/videos.html

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